Cobertura para colisão

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Cobertura para colisão: como funciona, o que protege e como acionar?

O que é cobertura para colisão e como ela funciona?

A cobertura para colisão é a proteção contratada para lidar com danos decorrentes de batidas, sempre conforme as condições, os limites, as participações e as exclusões previstos no plano.

Ela pode envolver reparo ou indenização, mas a análise depende das regras aplicáveis ao evento e da documentação apresentada.

Entenda o conceito

Em termos práticos, a cobertura para colisão é uma previsão de proteção para situações em que o veículo sofre danos após uma batida.

O evento pode ocorrer em diferentes circunstâncias, como uma colisão frontal, traseira ou lateral, mas o simples fato de ter havido um acidente não significa, por si só, que todos os custos estarão automaticamente cobertos.

É necessário verificar o regulamento e as condições de adesão.

Na Proteção Veicular Completa da Unik Protege, a proteção informada inclui colisões, danos a terceiros e eventos da natureza, além de assistência 24 horas.

A abrangência efetivamente aplicável a cada ocorrência deve ser confirmada nas condições contratadas.

Também é importante observar que a informação de até 100% da Tabela FIPE está relacionada à proteção contra roubo e furto apresentada para o produto, não devendo ser interpretada automaticamente como indenização integral para qualquer colisão.

A análise normalmente considera a dinâmica do acidente, os danos identificados, a documentação, as regras de participação do associado e os limites previstos no plano.

Por isso, uma explicação geral ajuda a entender o tema, mas não substitui a leitura do regulamento nem a orientação dos consultores especializados da empresa.

Dano parcial e dano integral: qual é a diferença?

Dano parcial é aquele em que o veículo pode ser reparado, desde que o conserto seja tecnicamente possível e esteja dentro dos critérios estabelecidos no plano.

Um para-choque danificado, uma porta amassada ou componentes afetados em uma colisão podem ser exemplos de danos parciais.

A classificação final, porém, depende da avaliação do evento e das regras contratuais, e não apenas da aparência externa do automóvel.

Dano integral, também chamado de perda integral em determinados contextos, ocorre quando o veículo é considerado irrecuperável ou quando os critérios previstos no regulamento para essa classificação são atingidos.

Esses critérios podem envolver a extensão dos danos, a viabilidade do reparo ou parâmetros definidos no contrato.

Como as regras variam, não é adequado presumir um percentual, um procedimento ou um valor de indenização sem consultar o documento aplicável.

A diferença é relevante porque o encaminhamento pode mudar.

No dano parcial, o processo tende a se concentrar na avaliação e no reparo autorizado.

Na perda integral, a análise pode tratar da indenização correspondente, da documentação do veículo e de outras exigências previstas no plano.

Em ambos os casos, a decisão deve seguir a avaliação formal e as condições contratadas.

Exemplo educativo de uma batida

Imagine que um motorista freie em um cruzamento, mas o veículo de trás não consiga parar a tempo e ocorra uma colisão traseira.

O automóvel atingido apresenta danos no porta-malas e no para-choque, enquanto o outro veículo também sofre avarias na parte frontal.

Nesse cenário, o motorista deve priorizar a segurança das pessoas, evitar discussões no local e registrar as informações necessárias.

Depois, deve comunicar o evento pelos canais disponibilizados no plano, fornecer os documentos solicitados e aguardar as orientações sobre vistoria, análise e eventual reparo.

A existência de danos visíveis não determina sozinha se haverá cobertura, qual será a participação do associado ou se o caso será classificado como parcial ou integral.

Se houver terceiros envolvidos, a situação pode exigir uma avaliação específica da proteção para danos a terceiros, incluindo limites, documentos e possíveis exclusões.

Se o acidente envolver apenas o veículo do associado, também será necessário verificar se a circunstância está contemplada e quais regras se aplicam.

O caminho mais seguro é consultar o regulamento antes de autorizar reparos ou assumir compromissos financeiros em nome do plano.

Termos que aparecem no processo

  • Sinistro: nome usado para o evento comunicado à entidade responsável pela proteção, como uma colisão, um roubo ou outro acontecimento previsto no plano. O aviso do sinistro inicia uma etapa de análise, mas não representa aprovação automática da cobertura.
  • Franquia ou participação: valor ou responsabilidade financeira que pode ser atribuída ao associado em determinadas situações, conforme as regras do contrato. A existência, a forma de cálculo e a aplicação devem ser confirmadas no regulamento.
  • Indenização: pagamento ou compensação prevista para uma situação coberta, de acordo com os critérios, limites e documentos exigidos. O termo não significa que todo prejuízo será necessariamente reembolsado.
  • Reparo: conserto do veículo para recuperar sua condição de uso, quando essa alternativa for admitida após a avaliação do evento. O reparo deve seguir o procedimento indicado pela entidade responsável e não deve ser iniciado antecipadamente quando houver exigência de autorização.
  • Perda integral: classificação atribuída quando o veículo não pode ser recuperado ou quando os critérios contratuais para esse enquadramento são atingidos. A definição depende da avaliação e das regras do plano.

O que verificar antes de contratar?

Antes de aderir a uma proteção veicular, o motorista deve conferir de maneira objetiva:

  • se colisões estão incluídas e em quais circunstâncias;
  • como são tratados danos parciais e perda integral;
  • se há participação do associado e como ela funciona;
  • quais limites se aplicam à proteção do próprio veículo;
  • como são tratados danos materiais ou corporais causados a terceiros;
  • quais eventos da natureza estão contemplados, como alagamentos ou granizos;
  • quais situações são excluídas;
  • quais documentos podem ser solicitados em um sinistro;
  • qual canal deve ser usado para comunicar o evento;
  • se é necessário aguardar autorização antes de realizar qualquer reparo;
  • como funciona a assistência 24 horas e o que está separado da indenização.

A Proteção Veicular Completa da Unik Protege é apresentada para proprietários de carros de passeio, motoristas de aplicativo, autônomos e proprietários de frotas leves.

A proposta combina proteção contra colisões, danos a terceiros, eventos da natureza e assistência 24 horas, mas cada item deve ser interpretado conforme o regulamento e os documentos de adesão.

Como a Unik Protege apoia a gestão da proteção?

A Unik Protege informa utilizar tecnologia de telemetria e rastreamento em tempo real, com aplicativo para monitoramento do veículo, emissão de segunda via de boletos e acionamento de eventos ou sinistros.

Esses recursos podem facilitar a comunicação e o acompanhamento operacional pelo smartphone, mas não substituem a análise do caso nem alteram automaticamente os limites ou as exclusões do plano.

O acesso por meios físicos e digitais está alinhado à missão da empresa de democratizar a segurança automotiva.

A assistência 24 horas em todo o território nacional também é apresentada como parte da proposta do serviço.

Ainda assim, disponibilidade, procedimento, abrangência e condições de uso devem ser confirmados no regulamento ou diretamente com os consultores especializados.

Pontos principais

A cobertura para colisão deve ser entendida como uma proteção condicionada ao contrato, e não como uma autorização automática para qualquer reparo ou ressarcimento.

O motorista precisa identificar o tipo de dano, comunicar o sinistro pelo canal adequado, preservar documentos e evidências e seguir as instruções recebidas.

Para avaliar a Proteção Veicular Completa da Unik Protege, leia o regulamento e os documentos de adesão, confirme os limites para colisões, danos a terceiros e eventos da natureza e pergunte aos consultores como funciona a participação do associado.

Também confirme quais documentos são exigidos e se há necessidade de autorização prévia antes de qualquer reparo.

Essa leitura cuidadosa ajuda a comparar opções com mais transparência e a contratar uma proteção compatível com o uso real do veículo.

Quais situações podem estar incluídas na proteção contra colisões?

A proteção contra colisões pode abranger danos provocados por diferentes tipos de batida, desde que o evento esteja previsto no regulamento e nas condições do plano contratado.

Na Proteção Veicular Completa da Unik Protege, a proteção contra colisões é informada como parte da proposta do serviço, mas a aplicação em cada ocorrência depende da análise do sinistro, dos limites, das exclusões e da participação eventualmente prevista para o associado.

Cenários comuns de colisão

Entre as situações que normalmente devem ser verificadas estão:

  • Batida frontal: ocorre quando a parte dianteira do veículo se choca com outro automóvel, obstáculo ou estrutura. A extensão dos danos pode variar de pequenos amassados e avarias em componentes externos até danos mais amplos na parte mecânica e estrutural.
  • Colisão traseira: acontece quando um veículo atinge a traseira de outro ou é atingido nessa região. Além dos danos visíveis no para-choque, podem existir impactos em sensores, tampa do porta-malas, lanternas, sistema de escapamento e componentes internos.
  • Choque lateral: envolve a colisão de uma das laterais do automóvel com outro veículo, muro, poste, portão ou objeto. A avaliação pode considerar portas, colunas, airbags, vidros, rodas e itens de segurança.
  • Acidente sem terceiros: é a ocorrência em que o próprio motorista colide com um obstáculo, perde o controle e atinge uma barreira ou sofre uma batida sem outro veículo envolvido. A possibilidade de atendimento deve ser confirmada nas regras do plano, pois a ausência de terceiro não determina, por si só, a existência ou a exclusão da proteção.

Esses exemplos ajudam a entender o alcance possível da cobertura para colisão, mas não substituem a leitura do regulamento.

O mesmo tipo de impacto pode receber tratamentos diferentes conforme a causa do evento, a documentação apresentada, o estado do veículo, a conduta do condutor e as condições contratadas.

Colisão, capotamento, queda de objetos e eventos da natureza

Nem todo dano causado por impacto deve ser classificado automaticamente da mesma forma.

A origem do evento é relevante para identificar qual cobertura pode ser analisada.

A colisão geralmente está associada ao choque do veículo contra outro automóvel, objeto ou estrutura.

Já o capotamento ocorre quando o veículo tomba ou gira, podendo ou não envolver uma batida anterior.

Dependendo do regulamento, o capotamento pode ser tratado dentro da proteção contra colisões ou em uma previsão específica.

Por isso, é importante não presumir que a presença de danos decorrentes de tombamento promove o enquadramento no plano.

A queda de objetos é outra situação que merece atenção.

Galhos, estruturas, materiais transportados ou elementos desprendidos podem atingir o veículo e causar danos.

O enquadramento dependerá da forma como o evento é descrito no regulamento e das coberturas contratadas.

Os eventos da natureza também podem produzir impactos ou avarias semelhantes aos de uma colisão.

Alagamentos, granizo e outros fenômenos podem danificar lataria, vidros, componentes elétricos e partes mecânicas.

A Proteção Veicular Completa da Unik Protege informa proteção para eventos da natureza, incluindo alagamentos e granizos, além da proteção contra colisões.

Ainda assim, a análise de cada ocorrência deve seguir as regras específicas do plano, sem misturar automaticamente uma cobertura com outra.

Essa distinção é útil porque a causa do dano pode influenciar documentos, procedimento de comunicação, limites de atendimento e eventual participação do associado.

Uma colisão causada por outro veículo, por exemplo, pode envolver também a avaliação de danos a terceiros.

Um alagamento, por outro lado, pode exigir informações diferentes sobre o local e as circunstâncias do evento.

Quadro de verificação antes de concluir que há proteção

Antes de considerar que determinado acidente está coberto, confira os seguintes pontos no regulamento e nos documentos de adesão:

  • Tipo de evento: o texto menciona colisão, capotamento, choque contra objeto, queda de objeto ou evento da natureza?
  • Causa do dano: a avaria resultou de uma batida, de fenômeno natural, de falha mecânica ou de outra circunstância?
  • Abrangência: a proteção se aplica ao veículo do associado, a terceiros ou a ambos?
  • Limites: existem limites de indenização, reparo, utilização do serviço ou atendimento para aquela ocorrência?
  • Participação do associado: há franquia, cota de participação ou outra responsabilidade financeira prevista para o evento?
  • Exclusões: o regulamento afasta determinadas situações, condutas, locais, componentes ou tipos de uso?
  • Documentos: quais registros, imagens, declarações ou comprovantes podem ser solicitados?
  • Procedimento: o evento deve ser comunicado por aplicativo, canal de atendimento ou outro meio disponibilizado no plano?
  • Autorização: é necessário aguardar análise ou autorização antes de iniciar reparos?
  • Condição do veículo: existem regras relacionadas a vistoria, manutenção, alterações ou uso informado na adesão?

Esse checklist evita uma interpretação baseada apenas na aparência do dano.

Um amassado pode ter sido causado por colisão, granizo ou queda de objeto, e cada hipótese pode seguir uma regra diferente.

A confirmação deve ser feita com base nos documentos aplicáveis e nas orientações recebidas no momento do acionamento.

Como relacionar colisão e danos a terceiros?

Em uma batida com outro veículo, imóvel ou bem de uma pessoa, podem surgir duas frentes de avaliação: os danos do automóvel protegido e os prejuízos causados a terceiros.

A Proteção Veicular Completa da Unik Protege informa proteção contra danos a terceiros, mas os limites, documentos exigidos e hipóteses de atendimento devem ser confirmados no regulamento.

Responsabilidade civil no trânsito não significa que todo prejuízo será automaticamente incluído.

Podem ser analisados a dinâmica do acidente, a responsabilidade atribuída, a existência de danos materiais ou corporais, os documentos disponíveis e os limites previstos.

Por isso, o motorista deve registrar as informações do ocorrido, evitar assumir compromissos financeiros sem orientação e comunicar o evento pelos canais indicados no plano.

Como agir quando o cenário não estiver claro?

Se não for possível identificar imediatamente se o caso é colisão, capotamento, queda de objeto ou evento da natureza, descreva os fatos com objetividade.

Informe o local, a data, a sequência dos acontecimentos, os veículos envolvidos e os danos aparentes.

Fotografias feitas com segurança podem ajudar na análise, desde que não exponham pessoas a riscos.

Não altere a cena além do necessário para preservar vidas, evitar novos acidentes e cumprir orientações das autoridades.

Também não inicie reparos ou descarte peças antes de verificar se o regulamento exige vistoria ou autorização.

A realização antecipada de serviços pode dificultar a análise quando a preservação do veículo for uma condição do processo.

A Unik Protege informa que oferece acionamento de eventos e sinistros pelo aplicativo, além de recursos de monitoramento e rastreamento em tempo real.

A disponibilidade do recurso não elimina a necessidade de observar as instruções do plano.

Para saber como um caso específico será tratado, consulte o regulamento, os documentos de adesão e os consultores especializados da empresa antes de concluir que a ocorrência está protegida.

O que fazer depois de uma colisão: passo a passo do sinistro?

Depois de uma colisão, a prioridade é proteger as pessoas, sinalizar o local e reunir informações que ajudem na análise do evento.

Só depois dessas medidas iniciais o motorista deve acionar a proteção contratada, seguindo as orientações do regulamento e dos canais disponibilizados no plano.

1. Preserve a segurança no local

  • Verifique se há pessoas feridas e, quando necessário, solicite atendimento emergencial pelos canais públicos apropriados.
  • Evite permanecer em uma área de risco, especialmente em vias movimentadas, curvas, pontes, túneis ou locais com baixa visibilidade.
  • Sinalize o acidente conforme as condições do local e as regras de trânsito aplicáveis.
  • Não movimente pessoas feridas, exceto quando houver risco imediato à vida, como incêndio ou possibilidade de nova colisão.
  • Se for seguro fazê-lo, afaste o veículo da faixa de circulação para evitar outro acidente. Antes disso, registre a posição dos veículos e os danos visíveis.
  • Não discuta, não admita responsabilidade no local e não faça acordos precipitados. A responsabilidade e a extensão dos danos devem ser avaliadas com base nas informações disponíveis e nas regras aplicáveis.

A preservação do patrimônio também é importante.

Evite abandonar o veículo destrancado, deixar documentos expostos ou permitir intervenções de terceiros sem necessidade.

Se houver suspeita de roubo, furto, violência ou dano intencional, registre a ocorrência junto às autoridades competentes e siga as orientações recebidas.

2. Registre informações e imagens

Quando não houver risco à segurança, faça registros objetivos do local e dos veículos envolvidos.

As imagens podem ajudar a demonstrar a posição dos automóveis, a sinalização da via, as condições climáticas e os danos aparentes.

Procure reunir:

  • Fotografias dos danos em diferentes ângulos;
  • Imagens da via, dos obstáculos, da sinalização e das condições do local;
  • Data, horário aproximado e endereço ou ponto de referência da ocorrência;
  • Placas, modelos e características dos veículos envolvidos;
  • Nome e dados de contato dos demais condutores, quando fornecidos;
  • Dados de testemunhas, se houver e se elas concordarem em compartilhá-los;
  • Informações de autoridade de trânsito ou atendimento público que tenha comparecido ao local;
  • Relatos, boletins ou outros documentos emitidos em razão do acidente, quando aplicável.

Os registros devem ser fiéis ao que ocorreu.

Não edite imagens para ocultar danos, não altere a posição de objetos e não publique dados pessoais dos envolvidos.

Guarde os arquivos originais e anote uma descrição cronológica dos fatos enquanto a memória estiver recente.

3. Acione a proteção pelos canais disponibilizados

Após controlar a situação imediata, comunique a colisão à entidade responsável pela proteção, utilizando os canais previstos no plano.

No caso da Proteção Veicular Completa da Unik Protege, o contexto informado indica que o aplicativo pode ser utilizado para o acionamento de eventos ou sinistros.

A disponibilidade e o fluxo aplicável devem ser confirmados conforme o plano contratado.

Ao iniciar o atendimento, informe os fatos de maneira clara e objetiva:

  • O que aconteceu;
  • Onde e quando ocorreu;
  • Se houve feridos ou danos a terceiros;
  • Se o veículo está em condições de circulação;
  • Quais danos são visíveis;
  • Se houve registro por autoridade pública;
  • Se existe necessidade de reboque, socorro mecânico ou outro apoio emergencial.

O acionamento não deve ser confundido com aprovação automática da cobertura.

A comunicação permite que o evento seja registrado e analisado de acordo com o regulamento, os documentos apresentados, os limites do plano e as eventuais exclusões.

4. Aguarde as orientações e envie os documentos solicitados

Depois do registro, a equipe responsável pode orientar o envio de documentos, imagens e informações complementares.

A relação exata depende do tipo de ocorrência e das regras do plano.

Em termos gerais, podem ser solicitados documentos de identificação, habilitação do condutor, documentos do veículo, registro da ocorrência, fotografias dos danos e dados de terceiros envolvidos.

Envie cópias legíveis e informações consistentes com o relato inicial.

Se algum documento não estiver disponível, explique a situação e pergunte qual alternativa é aceita.

Também é recomendável guardar os comprovantes de envio e as mensagens relacionadas ao atendimento.

A análise pode considerar a dinâmica da colisão, os danos apresentados, a documentação, a participação de terceiros, as condições de uso do veículo e as regras de cobertura.

Por isso, não presuma que todo dano observado será automaticamente incluído.

Confirme com a Unik Protege quais etapas se aplicam ao seu caso e leia o regulamento antes de tomar decisões sobre reparo ou remoção do veículo.

Atenção: não faça reparos antes da autorização quando essa exigência existir

Não inicie consertos, desmontagens ou alterações no veículo antes de confirmar o procedimento exigido pelo regulamento.

Em determinadas operações de proteção veicular, a inspeção ou a autorização prévia pode ser necessária para avaliar os danos e definir os próximos passos.

Essa orientação não substitui medidas de segurança.

Se o veículo representar perigo ou estiver impedindo a circulação, explique a situação ao canal de atendimento e siga as instruções recebidas.

Quando houver assistência 24 horas prevista no plano, confirme se o reboque ou o socorro mecânico estão disponíveis para aquele evento e quais condições devem ser observadas.

A Unik Protege informa que oferece assistência 24 horas em território nacional e que o aplicativo permite o acionamento de eventos.

Ainda assim, o tipo de suporte, a abrangência e os procedimentos aplicáveis devem ser verificados no plano contratado.

Assistência emergencial, análise de sinistro e indenização ou reparo são etapas diferentes e não devem ser tratadas como sinônimos.

Checklist rápido antes de encerrar o atendimento

  • Pessoas protegidas e eventuais feridos encaminhados para atendimento;
  • Local sinalizado e veículo removido apenas quando for seguro e necessário;
  • Fotografias e informações dos envolvidos armazenadas;
  • Autoridades acionadas quando a situação exigir;
  • Evento comunicado pelos canais indicados no plano;
  • Documentos enviados conforme a orientação recebida;
  • Veículo preservado sem reparos prévios quando houver exigência de autorização;
  • Regulamento e condições contratadas consultados antes de aceitar qualquer procedimento.

Um roteiro organizado reduz omissões e facilita a comunicação, mas não altera as regras da contratação.

Para confirmar se a sua cobertura para colisão se aplica ao ocorrido, quais documentos serão necessários e como o veículo deve ser encaminhado, consulte o regulamento da Proteção Veicular Completa e os consultores especializados da Unik Protege.

Danos a terceiros em uma colisão: por que essa cobertura importa?

O que significa responsabilidade civil no trânsito?

Responsabilidade civil no trânsito é o dever de reparar prejuízos causados involuntariamente a outra pessoa durante a utilização do veículo, quando houver responsabilidade pelo evento conforme a legislação e as circunstâncias apuradas.

Em uma colisão, isso pode envolver danos ao carro de outro motorista, a objetos transportados ou, conforme as regras aplicáveis e a contratação realizada, danos corporais.

Essa proteção não deve ser confundida com o reparo do veículo do próprio associado.

São frentes diferentes: a cobertura do veículo pode tratar dos danos sofridos pelo automóvel protegido, enquanto a cobertura para terceiros pode tratar de prejuízos provocados a outras pessoas.

A existência, o alcance e os limites de cada uma dependem do regulamento, das condições de adesão e da análise do sinistro.

Quais prejuízos podem estar envolvidos?

Em termos educativos, uma colisão pode gerar diferentes categorias de danos:

  • Danos materiais: avarias no veículo de outra pessoa, em motocicletas, cargas, muros, portões ou outros bens atingidos no acidente.
  • Danos corporais: lesões sofridas por terceiros, cuja avaliação pode exigir documentos médicos, informações sobre o acidente e análise das regras aplicáveis.
  • Despesas relacionadas ao evento: em algumas estruturas de proteção, determinadas despesas decorrentes do acidente podem ser avaliadas, mas isso não significa que estejam automaticamente incluídas.

A cobertura pode depender de fatores como a responsabilidade pelo acidente, a natureza do dano, os limites contratados, a existência de exclusões, a documentação apresentada e o cumprimento dos procedimentos previstos.

Por isso, não é seguro concluir que qualquer prejuízo causado a terceiros será integralmente assumido sem consultar o regulamento.

Perguntas importantes antes de contratar ou acionar

Para entender como os danos a terceiros são tratados, o motorista deve confirmar com a empresa ou com um consultor especializado:

  • Qual é o limite de responsabilidade destinado a danos materiais e qual é o limite aplicável a danos corporais, quando previstos?
  • A proteção exige comprovação de responsabilidade do associado ou segue outro critério de análise?
  • Quais pessoas são consideradas terceiros para fins do plano?
  • Existem exclusões relacionadas ao tipo de uso do veículo, à condução por pessoa não autorizada ou a outras circunstâncias do acidente?
  • Quais documentos devem ser enviados pelo associado e quais documentos podem ser solicitados dos terceiros envolvidos?
  • É necessário registrar boletim de ocorrência, apresentar imagens, indicar testemunhas ou fornecer dados dos veículos e condutores?
  • Há participação financeira, franquia, limite por evento ou outra condição que possa afetar o atendimento?
  • O procedimento muda quando há danos corporais, desacordo entre os envolvidos ou envolvimento de órgão público?
  • O associado deve aguardar uma análise antes de reconhecer responsabilidade, negociar valores ou autorizar reparos?

Essas perguntas ajudam a transformar uma promessa genérica de proteção em uma decisão mais consciente.

O regulamento e os documentos de adesão devem prevalecer sobre explicações resumidas, anúncios ou interpretações feitas antes da contratação.

Como a Proteção Veicular Completa da Unik Protege se relaciona ao tema?

A Proteção Veicular Completa da Unik Protege informa a possibilidade de proteção contra danos a terceiros, além de cobertura para colisões, roubo, furto e eventos da natureza.

No entanto, a aplicação dessa proteção deve ser verificada nas condições específicas do plano, incluindo limites, documentos exigidos, exclusões e critérios de análise do sinistro.

Em caso de acidente, o associado deve preservar a segurança das pessoas, registrar as informações disponíveis e acionar os canais indicados pela empresa.

O contexto informado também aponta que a Unik Protege disponibiliza acionamento de eventos e sinistros pelo aplicativo, mas o uso desse recurso não substitui a conferência das orientações recebidas nem promove aprovação automática do atendimento.

Para motoristas de aplicativo, autônomos, proprietários de carros de passeio e responsáveis por frotas leves, verificar a cobertura para terceiros é especialmente relevante porque a rotina de circulação pode aumentar a exposição a colisões e a diferentes tipos de prejuízo.

Antes de aderir, compare o que está efetivamente previsto no regulamento e confirme as condições com os consultores especializados da Unik Protege.

Assim, o motorista entende o que pode ser analisado, quais documentos deverá reunir e quais situações permanecem fora da proteção contratada.

Assistência 24 horas após acidente: quais tipos de ajuda procurar?

A assistência emergencial é o suporte acionado quando o veículo fica impossibilitado de seguir viagem ou quando o motorista precisa de auxílio após uma ocorrência.

Ela não se confunde com a cobertura para colisão: enquanto a cobertura avalia os danos e as condições para eventual reparo ou indenização, a assistência busca apoiar a situação imediata, conforme os serviços previstos no plano.

O que fazer primeiro após uma colisão?

Priorize a segurança das pessoas e do local.

Se houver risco, procure um ponto protegido, sinalize a área quando for possível e acione os serviços públicos de emergência adequados à situação.

Depois, reúna as informações básicas do ocorrido e utilize o canal de acionamento disponibilizado no plano.

Antes de solicitar qualquer providência por conta própria, confirme as orientações recebidas.

O regulamento pode estabelecer procedimentos para solicitar o atendimento, avaliar a ocorrência e autorizar o serviço.

Seguir esse fluxo ajuda a evitar dúvidas sobre a utilização da assistência.

Reboque ou guincho

O reboque, também chamado de guincho, pode ser indicado quando o veículo não consegue continuar rodando com segurança.

Após uma batida, por exemplo, o automóvel pode apresentar danos que comprometam a direção, a suspensão, os pneus ou outros componentes.

Nessa situação, a remoção deve ser orientada pelo atendimento responsável e realizada conforme a disponibilidade e as condições previstas no plano.

A assistência de reboque não significa, por si só, que o veículo terá os danos reparados ou que haverá indenização.

Essas providências pertencem à análise do evento e dependem das regras aplicáveis à cobertura contratada.

Socorro mecânico

O socorro mecânico pode auxiliar quando há uma falha que impede ou dificulta o deslocamento do veículo.

Em termos gerais, esse serviço tem finalidade emergencial e não deve ser interpretado como uma revisão completa ou como autorização automática para qualquer reparo.

Depois de uma colisão, informe ao atendimento o que aconteceu e quais sinais o veículo apresenta.

A equipe responsável poderá orientar o procedimento compatível com a assistência disponível.

Quando houver necessidade de avaliação de danos, aguarde as instruções antes de providenciar reparos por iniciativa própria, especialmente se o regulamento exigir autorização prévia.

Chaveiro e outras ajudas emergenciais

O chaveiro é um exemplo de auxílio que pode ser previsto em serviços de assistência, especialmente em situações relacionadas a perda, quebra ou travamento da chave.

A disponibilidade, os limites e as hipóteses de atendimento devem ser confirmados no regulamento, pois não é adequado presumir que todo problema estará incluído.

Também é importante separar assistência de cobertura patrimonial.

Um serviço emergencial pode ajudar o motorista a lidar com uma dificuldade imediata, mas não substitui a análise de uma colisão, de danos a terceiros ou de um evento da natureza.

Como a assistência da Unik Protege se relaciona ao acidente?

A Proteção Veicular Completa da Unik Protege informa assistência 24 horas em todo o território nacional, com serviços como reboque ou guincho, socorro mecânico e chaveiro.

O acionamento de eventos e sinistros também é informado como um recurso disponível pelo aplicativo, facilitando a comunicação pelo smartphone.

A utilização efetiva deve seguir as condições do plano e as orientações fornecidas no atendimento.

Para motoristas de carros de passeio, motoristas de aplicativo, autônomos e frotistas leves, esse suporte pode ser relevante porque reduz a necessidade de buscar soluções improvisadas em um momento de urgência.

Ainda assim, a abrangência do serviço, os limites aplicáveis, os procedimentos e as situações de exclusão precisam ser confirmados antes da contratação e novamente no momento do acionamento.

O que confirmar antes de contratar?

  • Quais serviços de assistência estão incluídos no plano.
  • Em quais situações é possível solicitar reboque, socorro mecânico ou chaveiro.
  • Como o atendimento deve ser acionado e quais informações serão necessárias.
  • Se existem limites, exclusões ou condições específicas para cada serviço.
  • Se a assistência está disponível na região e no momento da ocorrência, conforme as regras informadas.
  • Se é necessário aguardar autorização antes de contratar um prestador por conta própria.
  • Como a assistência se diferencia do processo de análise da cobertura para colisão.

A melhor decisão depende da leitura do regulamento e dos documentos de adesão.

Em caso de dúvida, confirme as condições diretamente com os consultores especializados da Unik Protege e não considere a assistência emergencial como promessa de reparo, indenização ou aprovação automática do sinistro.

Telemetria, rastreamento e aplicativo no acompanhamento da proteção

A tecnologia pode tornar o acompanhamento da proteção veicular mais simples e organizado.

Em vez de concentrar todas as etapas em atendimentos manuais, recursos de telemetria, rastreamento e aplicativo podem apoiar o monitoramento do veículo, a comunicação de ocorrências e a consulta de informações do plano, sempre conforme as funcionalidades e regras contratadas.

Como a telemetria e o rastreamento podem ajudar?

A telemetria reúne informações relacionadas ao uso e ao acompanhamento do veículo por meio de recursos tecnológicos.

Já o rastreamento permite consultar a localização do automóvel em tempo real quando esse recurso está ativo e disponível nas condições do serviço.

Na prática, essas ferramentas podem facilitar a gestão da proteção e fornecer um canal adicional de acompanhamento em situações que exigem comunicação rápida.

É importante diferenciar monitoramento de indenização.

O fato de um veículo ser rastreado não significa, por si só, que qualquer evento será automaticamente aprovado ou que haverá cobertura para todos os danos.

Em uma colisão, por exemplo, a análise do sinistro continua sujeita ao regulamento, aos documentos solicitados, aos limites aplicáveis e às eventuais exclusões do plano.

Na Proteção Veicular Completa da Unik Protege, o contexto informado apresenta telemetria e rastreamento em tempo real como parte da estrutura tecnológica do serviço.

O objetivo é oferecer uma experiência de acompanhamento mais acessível, inclusive por meio digital, sem substituir a leitura das condições contratadas nem a orientação da equipe responsável pelo atendimento.

Recursos informados no aplicativo

O aplicativo da Unik Protege é apresentado como um canal para facilitar tarefas relacionadas à proteção do veículo.

Entre os recursos informados estão:

  • monitoramento do veículo;
  • acesso ao rastreamento em tempo real;
  • emissão de segunda via de boletos;
  • acionamento de eventos e sinistros;
  • acompanhamento da comunicação relacionada à proteção, conforme a disponibilidade do sistema.

Essas funcionalidades podem reduzir etapas operacionais para o usuário.

Em uma ocorrência, por exemplo, o aplicativo pode ser utilizado para iniciar a comunicação do evento pelos canais disponibilizados no plano.

Depois disso, o associado deve seguir as instruções recebidas e enviar os documentos ou informações solicitados, sem presumir que o registro inicial represente aprovação da cobertura.

O uso do aplicativo também pode ser útil para consultar informações do veículo e manter atividades administrativas centralizadas no smartphone.

Ainda assim, a disponibilidade de cada função pode depender do cadastro, do funcionamento da plataforma, das permissões concedidas e das condições vigentes do serviço.

Benefícios para diferentes perfis de motorista

Para motoristas de aplicativo, o acompanhamento digital pode ajudar a organizar a rotina de um veículo utilizado com frequência e facilitar o acesso a recursos de gestão.

Para autônomos, pode representar uma forma prática de consultar informações e comunicar ocorrências sem depender exclusivamente de atendimento presencial.

Já para frotistas leves, o rastreamento pode contribuir para uma visão mais organizada dos veículos vinculados à operação, desde que o uso esteja de acordo com as regras aplicáveis e com as permissões necessárias.

A Unik Protege informa que atende proprietários de carros de passeio, motoristas de aplicativo, autônomos e proprietários de frotas leves.

A combinação entre atendimento físico e digital, aplicativo e monitoramento procura ampliar o acesso à gestão da proteção veicular, alinhada à missão da empresa de democratizar a segurança automotiva.

Pontos para confirmar antes de usar os recursos

Antes da contratação ou do primeiro acionamento, vale confirmar com os consultores especializados:

  • quais funções estão disponíveis para o veículo e para o plano escolhido;
  • como o rastreamento é ativado e em quais situações pode ser consultado;
  • quais permissões o aplicativo solicita e como os dados são utilizados;
  • qual canal deve ser usado para comunicar uma colisão ou outro evento;
  • quais documentos podem ser exigidos no atendimento;
  • se há condições específicas para monitoramento, manutenção do equipamento ou atualização cadastral;
  • onde estão descritos os limites, as exclusões e as regras do serviço.

A tecnologia facilita o acompanhamento, mas não elimina a necessidade de ler o regulamento e os documentos de adesão.

Em caso de dúvida sobre uma cobertura para colisão, o motorista deve confirmar diretamente as condições aplicáveis antes de concluir que o evento está protegido.

Como avaliar uma proteção veicular antes de contratar?

Antes de contratar uma proteção veicular, compare não apenas o valor da contribuição, mas principalmente o que está previsto no regulamento, nas condições gerais e nos documentos de adesão.

Uma análise cuidadosa deve considerar a abrangência das coberturas, as exclusões, o atendimento a terceiros, a assistência emergencial e o procedimento para comunicar um sinistro.

1. Comece pela abrangência da proteção

Verifique quais eventos podem ser atendidos e em que condições.

Em uma proteção veicular, a descrição comercial pode mencionar colisões, roubo, furto, danos a terceiros e eventos da natureza, mas a aplicação prática depende das regras do plano contratado.

Procure identificar se há previsão para danos parciais, perda integral, colisões sem terceiros, capotamento, alagamento, granizo e outros eventos relevantes para o seu uso do veículo.

No caso da Proteção Veicular Completa da Unik Protege, as informações apresentadas incluem proteção contra colisões, danos a terceiros, roubo, furto e eventos da natureza, além de assistência 24 horas.

Ainda assim, o leitor deve confirmar no regulamento quais situações estão incluídas, quais limites se aplicam e quais documentos são exigidos para cada tipo de ocorrência.

A abrangência também deve ser analisada conforme o perfil de utilização.

Um carro usado diariamente pode estar exposto a riscos diferentes de um veículo utilizado apenas nos fins de semana.

Motoristas de aplicativo, autônomos e frotistas leves devem perguntar se o uso profissional ou a circulação habitual do veículo interferem na aceitação do evento, na documentação ou na forma de análise do sinistro.

2. Confira exclusões, limites e participação do associado

Nenhuma proteção deve ser avaliada apenas pela lista de eventos cobertos.

As exclusões e os limites são igualmente importantes, pois esclarecem quando a entidade pode não assumir determinado prejuízo ou quando a participação do associado é aplicável.

Antes da adesão, procure respostas para estas perguntas:

  • Quais circunstâncias podem excluir o atendimento de uma colisão?
  • Existe participação do associado no reparo de danos parciais?
  • Há limites específicos para danos a terceiros?
  • Como são avaliados acessórios, equipamentos e itens instalados no veículo?
  • Quais regras se aplicam ao uso por motoristas de aplicativo ou ao transporte profissional?
  • Há exigências relacionadas à manutenção, à documentação ou ao uso de dispositivos de rastreamento?
  • Quais situações envolvendo eventos da natureza exigem comprovação adicional?

Essas respostas devem estar em documentos oficiais do plano ou ser confirmadas por um consultor especializado.

Explicações informais podem ajudar na compreensão inicial, mas não substituem as condições escritas.

Quando houver divergência entre uma promessa genérica e o regulamento, solicite esclarecimento antes de contratar.

3. Leia o regulamento e os documentos de adesão

A leitura do regulamento é uma etapa essencial para entender como a proteção funciona.

Observe as definições de sinistro, colisão, dano parcial, perda integral, indenização, reparo, franquia ou participação, assistência e terceiro.

A terminologia pode variar entre organizações, e uma mesma palavra pode ter aplicação específica no documento do plano.

Também é importante conferir como ocorre a comunicação do evento, quais informações devem ser fornecidas e quais documentos podem ser solicitados.

Dependendo da ocorrência, podem ser necessários documentos do veículo, identificação do associado, registro da autoridade competente, fotografias, dados de terceiros, boletim de ocorrência ou outros comprovantes.

A lista exata deve ser confirmada com a empresa no momento do acionamento.

Não assuma que a existência de rastreamento ou de aplicativo elimina a necessidade de cumprir as demais exigências.

A tecnologia pode facilitar a comunicação e o acompanhamento, mas a análise do evento continua sujeita ao regulamento e aos documentos de adesão.

4. Avalie o custo-benefício sem olhar somente o preço

Custo-benefício não significa escolher automaticamente a menor contribuição.

A comparação deve relacionar o custo total da contratação ao alcance da proteção, aos limites, à participação em reparos, à qualidade do processo de atendimento e à utilidade da assistência para o seu perfil.

Uma alternativa aparentemente econômica pode não atender às necessidades do motorista se excluir um tipo de uso frequente ou oferecer limites insuficientes para danos a terceiros.

Da mesma forma, uma cobertura ampla pode não ser adequada se suas regras, participações ou exigências não forem compatíveis com a realidade financeira e operacional do associado.

Considere, de forma organizada:

  • os riscos mais frequentes na sua rotina;
  • a finalidade do veículo e a distância percorrida;
  • a disponibilidade de atendimento em situações emergenciais;
  • a existência de cobertura para danos próprios e para terceiros;
  • as condições para reparo ou indenização;
  • os procedimentos para comunicar um sinistro;
  • a facilidade de acompanhar solicitações e documentos;
  • as exclusões que podem afetar o seu uso do veículo.

A Unik Protege informa que busca democratizar a segurança automotiva por meio de uma solução acessível e de qualidade.

A empresa oferece acesso físico e digital, conta com consultores especializados e disponibiliza recursos de aplicativo para atividades como segunda via de boletos, acionamento de eventos e monitoramento do veículo.

Esses fatores podem ser considerados na avaliação de conveniência, mas as condições efetivas devem ser confirmadas antes da adesão.

5. Faça perguntas aos consultores especializados

Um consultor pode ajudar a interpretar a proposta, mas o consumidor deve fazer perguntas objetivas e pedir que as respostas sejam relacionadas aos documentos do plano.

Entre os pontos mais importantes estão:

  • A proteção contempla o uso que faço do veículo?
  • Como funciona o atendimento quando a batida causa apenas danos parciais?
  • Quais critérios podem caracterizar perda integral?
  • A proteção para danos a terceiros possui limites ou condições específicas?
  • Que documentos são normalmente solicitados em uma colisão?
  • Posso comunicar o evento pelo aplicativo e por quais outros canais disponibilizados no plano?
  • A assistência 24 horas inclui reboque, socorro mecânico e chaveiro em quais circunstâncias?
  • O atendimento emergencial é diferente da análise de indenização ou reparo?
  • É necessário aguardar autorização antes de levar o veículo a uma oficina?
  • Como são tratados eventos da natureza, como alagamentos e granizo?
  • Quais são as principais exclusões do regulamento?
  • Como posso acompanhar o andamento de uma solicitação?

Peça explicações claras sobre qualquer item que possa gerar dúvida.

Se a resposta depender de análise específica, registre a orientação recebida e solicite a indicação do trecho correspondente nas condições do plano.

Esse cuidado reduz o risco de contratar imaginando uma proteção diferente daquela efetivamente prevista.

6. Entenda a diferença entre proteção veicular e seguro tradicional

Proteção veicular e seguro tradicional podem ter estruturas, regras e formas de operação diferentes.

Por isso, não é adequado tratar os dois modelos como se fossem idênticos ou comparar somente o nome da cobertura.

O consumidor deve analisar a natureza da contratação, os documentos aplicáveis, a forma de rateio ou custeio quando prevista, o processo de regulação e as responsabilidades de cada parte.

Também é importante verificar a situação institucional da empresa e as informações oficiais disponíveis.

A Unik Protege informa estar em fase de homologação na SUSEP.

Essa informação não deve ser interpretada como homologação concluída ou como certificação já obtida.

Para uma decisão responsável, confirme diretamente com a empresa e consulte fontes oficiais do setor quando precisar esclarecer aspectos regulatórios.

A comparação correta considera transparência, documentação, atendimento, regras de acionamento e adequação ao perfil do motorista.

Evite concluir que um modelo é automaticamente melhor ou pior sem ler as condições aplicáveis.

7. Checklist antes da contratação

Use este roteiro para organizar a decisão:

  • Li o regulamento, as condições gerais e os documentos de adesão.
  • Entendi o que está coberto e o que está excluído.
  • Confirmei como funciona a proteção para colisão e para danos parciais.
  • Sei quais regras podem caracterizar perda integral.
  • Verifiquei a existência e os limites da proteção para danos a terceiros.
  • Entendi a diferença entre assistência emergencial e indenização ou reparo.
  • Confirmei as condições de reboque, socorro mecânico e chaveiro.
  • Perguntei como comunicar um sinistro e acompanhar a solicitação.
  • Sei quais documentos podem ser exigidos.
  • Verifiquei se o uso do veículo é compatível com o plano.
  • Confirmei a necessidade de autorização antes de realizar reparos.
  • Tirei minhas dúvidas com um consultor especializado.

Na Unik Protege, o aplicativo e o monitoramento em tempo real são apresentados como recursos para facilitar a gestão da proteção e o acompanhamento do veículo.

Antes da contratação, confirme as permissões, o funcionamento desses recursos e as obrigações relacionadas ao seu uso.

Uma escolha informada não depende apenas de contratar uma cobertura ampla, mas de compreender seus limites e procedimentos.

Leia os documentos, compare as condições relevantes para sua rotina e confirme com a Unik Protege qualquer ponto que não esteja claro.

Dessa forma, a decisão fica baseada no que está formalmente previsto, e não em expectativas que podem não corresponder ao plano escolhido.

Perguntas frequentes sobre cobertura para colisão

A cobertura para colisão cobre qualquer batida?

Não necessariamente.

A cobertura para colisão é a proteção contratada para danos decorrentes de batidas, mas sua aplicação depende das condições, dos limites, das exclusões e da participação previstos no plano.

O evento também pode passar por análise para verificar se está de acordo com o regulamento.

Entre as situações que podem ser avaliadas estão colisões frontais, traseiras ou laterais, acidentes sem terceiros e determinados casos de capotamento.

Entretanto, uma batida não deve ser considerada automaticamente protegida apenas porque houve contato entre veículos ou danos no automóvel.

Circunstâncias do evento, documentação, conduta do associado e regras específicas podem influenciar a análise.

Na Proteção Veicular Completa da Unik Protege, a proteção contra colisões faz parte do conjunto de coberturas informado para o serviço.

Para saber se determinado acidente está incluído, o motorista deve consultar o regulamento e confirmar a condição aplicável com os consultores especializados da empresa.

O que acontece quando há danos parciais?

Danos parciais são aqueles em que o veículo pode ser reparado, sem que o custo ou a extensão do prejuízo caracterize perda integral conforme os critérios do plano.

Nessa situação, a organização responsável pela proteção pode analisar o sinistro, avaliar os danos e orientar os próximos passos para o reparo, sempre de acordo com as regras contratadas.

A análise pode considerar a natureza da colisão, os componentes atingidos, os documentos apresentados, os limites de participação e outros critérios previstos no regulamento.

Por isso, o associado não deve iniciar o conserto por conta própria antes de verificar se existe exigência de vistoria, autorização ou indicação de procedimento.

Em um exemplo educativo, uma colisão lateral pode danificar portas, para-lamas e elementos mecânicos, mas permitir a recuperação do veículo.

O fato de o automóvel continuar funcionando não elimina a necessidade de comunicar o evento, assim como a aparência externa não define sozinha a extensão do dano.

Como funciona quando o veículo é considerado perda integral?

A perda integral ocorre quando o veículo não pode ser recuperado de forma economicamente ou tecnicamente viável, conforme os critérios aplicáveis ao plano e à análise do evento.

A definição não deve ser presumida pelo motorista no local da batida: ela depende de avaliação, documentos e regras previamente estabelecidas.

Depois do aviso do sinistro, podem ser solicitadas informações sobre o acidente, imagens, documentos do veículo e outros elementos necessários à análise.

Caso o evento seja enquadrado como perda integral, a forma de indenização ou de compensação seguirá o regulamento e os limites contratados.

É importante não confundir a previsão de até 100% da Tabela FIPE informada para roubo e furto na Proteção Veicular Completa com uma promessa automática para colisões.

A aplicação de qualquer indenização relacionada a uma batida deve ser confirmada nas condições específicas do plano.

A proteção pode atender danos causados a terceiros?

Pode, desde que a proteção para danos a terceiros esteja prevista para o evento e dentro dos limites, procedimentos e exclusões do plano.

Essa cobertura costuma estar relacionada à responsabilidade do associado por prejuízos provocados a outra pessoa durante uma ocorrência de trânsito, mas o enquadramento depende da análise contratual.

Os danos podem ser materiais, como avarias em outro veículo ou em um bem, e, conforme as condições aplicáveis, podem envolver consequências corporais.

Cada tipo de prejuízo pode ter critérios, documentos, limites e exclusões próprios.

Assim, não é seguro assumir que toda despesa apresentada por um terceiro será automaticamente aceita.

A Proteção Veicular Completa da Unik Protege informa proteção contra danos a terceiros entre seus componentes.

Antes da contratação, o motorista deve perguntar quais situações estão abrangidas, quais limites se aplicam, como o terceiro deve ser identificado e quais documentos são exigidos para a análise.

Posso acionar assistência 24 horas depois de uma colisão?

A assistência pode ser acionada quando o serviço necessário estiver incluído no plano e a situação atender às condições de utilização.

Ela tem finalidade emergencial e operacional, não substituindo a análise do sinistro nem significando aprovação automática de indenização ou reparo.

Após uma colisão, os serviços que podem ser procurados, conforme disponibilidade e regras contratadas, incluem reboque ou guincho, socorro mecânico e chaveiro.

A necessidade concreta deve ser comunicada pelos canais disponibilizados no plano, seguindo as orientações recebidas.

A Unik Protege informa assistência 24 horas em todo o território nacional para a Proteção Veicular Completa.

Mesmo assim, o associado deve confirmar no regulamento a abrangência, os limites, as condições de acionamento e o procedimento adequado para cada ocorrência.

Se houver risco à integridade física, a prioridade deve ser buscar atendimento das autoridades e dos serviços públicos de emergência competentes.

Quais documentos podem ser solicitados no sinistro?

A documentação varia conforme o tipo de ocorrência, a extensão dos danos e as regras do plano.

Em geral, podem ser solicitados documentos de identificação do associado, informações do veículo, habilitação do condutor, registro do evento e imagens dos danos.

Quando houver terceiros, também podem ser necessários os dados das pessoas e dos veículos envolvidos.

Dependendo do caso, podem ser requeridos boletim de ocorrência, documentos de propriedade ou posse, comprovantes relacionados ao evento e outros registros solicitados durante a análise.

Essa lista é apenas orientativa e não substitui a relação oficial do regulamento ou a orientação recebida no atendimento.

Para facilitar a avaliação, o motorista deve registrar o local e os danos com segurança, anotar data e circunstâncias da colisão, preservar mensagens ou documentos relevantes e informar o ocorrido assim que possível pelos canais previstos.

Não se deve alterar a cena quando isso colocar alguém em risco, nem fornecer informações imprecisas para tentar acelerar a análise.

Onde confirmar exclusões, limites e regras do plano?

A fonte principal é o regulamento, junto das condições de adesão e dos demais documentos entregues ou disponibilizados pela Unik Protege.

É nesses materiais que o motorista deve verificar o alcance da cobertura para colisão, os eventos excluídos, os limites de atendimento, a eventual participação do associado, os critérios de dano parcial e perda integral e o processo de comunicação do sinistro.

Antes de contratar, vale fazer perguntas objetivas aos consultores especializados: quais colisões estão incluídas, como funciona a análise dos danos, quando há necessidade de autorização para reparo, quais documentos podem ser pedidos, como a proteção para terceiros é acionada e quais serviços estão disponíveis na assistência 24 horas.

A Unik Protege oferece recursos como aplicativo para acionamento de eventos e sinistros, emissão de segunda via de boletos e monitoramento do veículo, além de tecnologia de telemetria e rastreamento em tempo real.

Esses recursos podem facilitar a gestão da proteção, mas seu funcionamento, permissões e condições de uso também devem ser confirmados com a empresa.

Em caso de dúvida, não baseie a decisão apenas em uma explicação resumida ou em uma promessa verbal.

Leia os documentos aplicáveis e confirme as condições diretamente com a Unik Protege antes da contratação e antes de realizar reparos.

Dessa forma, o motorista consegue avaliar com mais clareza se a proteção atende ao seu perfil, seja proprietário de carro de passeio, motorista de aplicativo, autônomo ou responsável por uma frota leve.

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